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sábado, 7 de setembro de 2013

ANÁLISE DE REQUISITOS – GESTÃO DE DOCUMENTOS.



UNIVERSIDADE TIRADENTES - UNIT
CURSO DEINFORMÁTICA-LICENCIATURA





FLAVIO FRANCISCO VEIRA GOMES




RELATÓRIO TÉCNICO
ANÁLISE DE REQUISITOS – GESTÃO DE DOCUMENTOS.









Aracaju-SE
2012.1
FLAVIO FRANCISCO VEIRA GOMES






RELATÓRIO TÉCNICO
ANÁLISE DE REQUISITOS – GESTÃO DE DOCUMENTOS.








Aracaju- SE
2012.1

SUMÁRIO





1 INTRODUÇÃO
04
1.1 PROPÓSITODO DOCUMENTO DE REQUISITOS
00
1.2 ESCOPODO PRODUTO
00
2 DESCRIÇÃO GERAL
00
2.1  PERSPECTIVADO PRODUTO
00
2.1.1 INTERFACE DO USUÁRIO
00
2.2 FUNÇÕES DO PRODUTO
00
2.3 CARACTERÍSTICAS DO USUÁRIO.
00
2.4 RESTRIÇÕES GERAIS
00
2.5 SUPOSIÇÕES E DEPENDÊNCIAS.
00
2.6 REQUISITOS ESPECÍFICOS
00
2.7 COBREM REQUISITOS FUNCIONAIS
00
2.8 NÃO FUNCIONAIS E INTERFACE
00












1 INTRODUÇÃO
O software é parte de um sistema computacional mais abrangente e a Análise de Sistemas é a atividade de identificar os problemas do domínio, apresentar alternativas de soluções e o estudo da viabilidade de cada uma delas. Uma vez que se tenha feito a análise do sistema computacional, e delimitado o escopo do software, os requisitos do software devem ser analisados e especificados.
A análise e especificação de requisitos de software envolvem as atividades de determinar os objetivos de um software e as restrições associadas a ele. Ela deve também estabelecer o relacionamento entre estes objetivos e restrições e a especificação precisa do software.
O objetivo da definição dos requisitos é especificar o que o sistema deverá fazer e determinar os critérios de validação que serão utilizados para que se possa avaliar se o sistema cumpre o que foi definido.
Um entendimento completo dos requisitos de software é essencial para um o sucesso do desenvolvimento do software. Não importa se foi bem projetado ou o quanto bem codificado seja uma vez encontrado problemas de requisitos frustrara o cliente e/ou usuário. Análise de requisitos é um processo de descoberta, análise e especificação de requisitos, pode parecer uma tarefa relativamente simples, mas as aparências enganam.
O cliente (usuário) tenta reformular um conceito de funções e desempenho de software, às vezes nebuloso, sem detalhes concretos. O analista age como indagador, consultor e solucionador de problemas.
Entretanto, a análise e a especificação de requisitos podem parecer uma tarefa relativamente simples, mas as aparências enganam. O grau de comunicação é elevado. Daí, surgem as oportunidades de interpretação errôneas e informações falsas.
O dilema com o qual se depara um analista pode ser bem entendido, repetindo-se a declaração de um cliente anônimo:
“Sei que você acredita que entendeu o que acha que eu disse, mais não estou certo que percebeu que aquilo que ouviu não é o que eu pretendia dizer...” (Análise de Requisitos de Software Versão 28 Rildo F Santos).
Da perspectiva da engenharia de software, a elicitaçãode requisitos é talvez a parte mais critica que do processo de desenvolvimento de software.
Estudos indicam que os requisitos, só são detectados depois do software implementado ou erros na analise de requisitos, são até 20 vezes mais caros de se corrigir que qualquer outro tipo de erro.
A elicitação de requisitos: é uma fase muito importante em qualquer projeto de desenvolvimento de software, pois se elaborada de maneira incorreta, todo o projeto estará comprometido.

1.1 PROPÓSITOS DO DOCUMENTO DE REQUISITOS
O processo de descobrir, analisar, documentar e verificar / validar requisitos é chamado de processo de engenharia de requisitos. Os processos de engenharia de requisitos variam muito de uma organização para outra, mas, de maneira geral, a maioria dos processos de Engenharia de Requisitos é composta das seguintes atividades
• Elicitação/ Descoberta / Levantamento de Requisitos: Nesta fase, os usuários, clientes e especialistas de domínio são identificados e trabalham junto com os engenheiros de requisitos para descobrir, articular e entender a organização como um todo, o domínio da aplicação, os processos de negócio específicos, as necessidades que o software deve atender e os problemas e deficiências dos sistemas atuais. Os diferentes pontos de vista dos participantes do processo, bem como as oportunidades e restrições existentes, os problemas a serem resolvidos, o desempenho requerido e as restrições também devem ser levantados.
• Análise de Requisitos: visa a estabelecer um conjunto acordado de requisitos
Consistentes e sem ambiguidades, que possa ser usado como base para o desenvolvimento do software. Para tal, diversos tipos de modelos são construídos. Geralmente, a análise de requisitos inclui também a negociação para resolver conflitos detectados.
• Documentação de Requisitos: é a atividade de representar os resultados da Engenharia de Requisitos em um documento, contendo os requisitos do software.
• Verificação e Validação de Requisitos: A verificação de requisitos avalia se odocumento de Especificação de Requisitos está sendo construído de forma correta, de acordo com padrões previamente definidos, sem conter requisitos ambíguos, incompletos ou, ainda, requisitos incoerentes ou impossíveis de serem testados. Já a validação diz respeito a avaliar se esse documento está correto, ou seja, se os requisitos e modelos documentados atendem às reais necessidades e requisitos dos usuários / cliente.
• Gerência de Requisitos: se preocupa em gerenciar as mudanças nos requisitos já acordados, manter uma trilha dessas mudanças, gerenciar os relacionamentos entre os requisitos e as dependências entre o documento de requisitos e os demais artefatos produzidos no processo de software, de forma a garantir que mudanças nos requisitos sejam feitas de maneira controlada e documentada. É possível notar que, das cinco atividades do processo de Engenharia de Requisitos anteriormente listadas, as três últimas são, na realidade, instanciações para a Engenharia de Requisitos de atividades genéricas já discutidas a saber: documentação, garantia da qualidade e gerência de configuração. Assim sendo, neste capítulo, somente as duas primeiras atividades são discutidas.
1.2 ESCOPO DO PRODUTO
O escopo do software, inicialmente estabelecido pelo Analista de Sistemas e refinado durante o planejamento do projeto de software, é aperfeiçoado em detalhes.
Modelos, diagramas, fluxo são criados para melhor compreensão do problema. O analista e o usuário desempenham um papel ativo na análise e especificação de requisitos.
·     O projeto usara as definições de PF para identificar as fronteiras.
·         Criara uma pagina principal para o acesso livre do usuário.
·         Terá uma interface gráfica agradável, de fácil acesso e visualização.
·         Para cada tipo de documento, um botão (ícone) na pagina principal.
·         Terá uma chamada inicial de login para entrar no sistema.
·         Fará o reconhecimento da Idade documental:
·         Terá uma entrada de busca na pagina inicial,
o    por nome do documento,
o    número do documento,
o    Tela de usuário
§  Interface de criação, consulta e alteração de documentos.
o    Tela de documento
§  Interface única para cada tipo de documento.
o    Tela de criação
§  Interface com opções para criação de documentos
o    Tela de consulta
§  Interface para realizar pesquisa entre os documentos já criados
o    Tela de alteração
§  Interface para fazer alterações em documentos já criados
o    Tela de Nota fiscal
§  Interface para criação e de Nota fiscal
o    Relatório de modificações
§  Lista com as modificações realizadas nos documentos.
o    Pedido a imprimir
§  Relatório impresso correspondente a um pedido de compra.
§  Idade corrente.
§  Idade intermediaria.
§  Idade permanente.
o    Terá uma entrada de data.
o    Salvara o documento dentro da pasta referente à sua idade.
o    Terá uma mensagem avisando quando a idade do documento estiver terminada.
o    Serásolicitado por meio de botãoa transição do documento para a idade.
·         Fará a indexação dos documentos:
o    Grupo
§  Criar uma listagem de documentos por tipologia.
§  Categoria.
§  Peso.
§  Medida.
§  Volume.
o    Estante.
o    Armário arquivo.
§  Numero da gaveta.
o    Rua (espaço entre uma estante e outra).
o    Corpo (parte da estante chamada prateleira).
o    Terá uma entrada solicitando a quantidade de corpos.
o    Posição na caixa.
§  Terá doeis botão indicando.
§  De papel.
§  De plástico.
·         Digitalização dos documentos:
o    Entrada para escaneamento.
o    Digitalização de textos.
o    Fotos.
o    Vídeos.
·         Histórico de arquivo
o    Será gerado um histórico
§  Quantidade de arquivos
§  Local onde esta o documento
§  A pasta
§  A estante
§  A rua
§  O corpo
§  O armário de arquivo
§  A posição em que se encontra
§  O grupo
§  O nome de quem produzido
§  O nome de quem retirou
§  O nome de quem deu entrada do documento
§  Quando foi feira revisão
§  O tipo de revisão
§  A data e a hora
o    Fim
·         Fim
Fim
2 DESCRIÇÃO GERAL
2.1 PERSPECTIVAS DO PRODUTO
O sistema tem como objetivo realizar o controle de todos os documentos que circulam na empresa, apresentado telas diferenciadas para cada tipo de documento. O sistema também fará o cadastro de usuários e haverá níveis de acesso para controle e acesso aos documentos. A depender do nível de privilégio do usuário, será apresentado opções de controle sobre os documentos como: Criar, alterar e restringir o acesso. Toda alteração criará uma segunda versão do documento, deixando sempre a versão original armazenada, assim como os documentos nunca poderão ser excluído, mas sendo possível ficar oculto para os usuários. Os arquivos serão organizados por setor, cada setor deverá possuir um algarismo numérico que o identifique e esse número será os dois primeiros algarismos de uma sequência de números gerados ordenadamente e finalizados com o ano corrente.
Esse sistema se encontra em sua primeira versão, podendo ocorrer atualizações e lançamento de novas versões com objetivo de realizar melhorias para o usuário e correções de possíveis problemas que venham surgir. Esse sistema também é independente de quaisquer outro para funcionar em perfeito estado, podendo ser
usando em qualquer sistema operacional escolhido.
2.1.1 - INTERFACES DE USUÁRIO:
Número
Nome
Descrição
1
Tela de usuário
Interface de criação, consulta e alteração de documentos.
2
Tela de documento
Interface única para cada tipo de documento.
3
Tela de criação
Interface com opções para criação de documentos.
4
Tela de consulta
Interface para realizar pesquisa entre os documentos já criados.
5
Tela de alteração
Interface para fazer alterações em documentos já criados.
6
Tela de Nota fiscal
Interface para criação e de Nota fiscal.
7
Relatório de modificações
Lista com as modificações realizadas nos documentos.
8
Pedido a imprimir
Relatório impresso correspondente a um pedido de compra.




2.2 FUNÇÕES DO PRODUTO
·         Gerar relatórios.
·         Criar documento de tipos e formas variadas
·         Manter a idade dos documentos atualizada, fazendo a migração quando se fizer necessário
·         Informar violação de segurança.
·         Manter comunicação entre setores que fazem uso dos documentos
·         Descobrir,
·         Analisar,
·         Documentar
·         Verificar
·         Validar requisitos
·         Chamado de processo das atividades

2.3 CARACTERÍSTICAS DO USUÁRIO
·     Os usuários da empresa deverão estar vinculados a um setor na empresa. As Entidades externas apresentarão: Data e Hora de emissão, Nome do Solicitante;
·         O usuário poderá solicitar um ou mais Documentos através de uma Solicitação de Empréstimo de Documentos. A Solicitação de Empréstimo de Documentos apresentará: Data e Hora de emissão, Nome do Solicitante, e o Setor;
·         Os usuários poderão visualizar e acompanhar Solicitações de Empréstimo de Documentos Pendentes e Atendidas;
·         Os usuários serão informados sobre aviso de cobranças, e processos que não retornaram ao arquivo em tempo determinado;
·         O usuário não poderá excluir documentos, somente será permitido realizar alterações. As demais versões dos documentos poderão ser visualizadas pelos usuários;
·         Os Usuários poderão fazer pesquisas decorrentes aos documentos solicitados;
·         Cada nível de usuário apresentará restrição de acesso referente aos processos confidenciais;

2.4 RESTRIÇÕES GERAIS
·         - A numeração atribuída aos processos e “expedientes” é única para todo documento.
·         - O usuário tem que ser cadastrado para ter acesso.
·         - Nota fiscal é um documento a parte que contém suas próprias regras.
·         - Atenção às leis de documentos.
·         - O processo deverá apresentar o nome do funcionário e do setor.
·         - O sistema terá que ser capaz de arquivar e tirar cópia do documento, tipo uma segunda via do processo.

2.5 SUPOSIÇÕES E DEPENDÊNCIAS
·         A depender dos componentes produzidos pela equipe do sistema poderá acontecer um aumento no custo desta solução a ser desenvolvida e implementada. Neste caso, necessita-se da utilização, sempre que possível, de softwares básicos como Java e alguns Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados.
·         O sistema oferece acesso apenas às pessoas com autorização aos serviços descritos neste documento. A execução de uma função depende da autenticação e autorização de quem a requisita.
2.6 REQUISITOS ESPECÍFICOS
·         Fara a gestão de documentos, tramitação entra setores, o arquivamento.
2.7 REQUISITOS FUNCIONAIS
·         Fazer numeração sequenciada de documentos observando o tipo (para cada tipo uma numeração)
·         Fara o cadastro de documento, tramitação entre setores.
·         Fara registro de entrada e saída com data e hora de movimentação
·         Emitira relatórios periódicos e gerais
·         requisitos funcionais
·         - Numeração única: a numeração atribuída aos processos e “expedientes” é única para toda a Universidade. O código identificador é formado pelos seguintes elementos: números iniciais, que identificam a unidade órgão de procedência (tabela estrutural corporativa), a forma da unidade arquivística: Para processo, e para expediente. E número sequencial de registro e ano (O1-P0000/2004).

·         - Abertura: destinada ao registro de autuações de processos e de expedientes protocolados, consultas de dados de identificação e das relações de parentesco entre esses documentos. Este registro conta com dados de identificação da procedência (nome unidade, órgão, área e código numérico) do interessado (aluno, docente, entidades internas e externas), resumo do assunto a que se refere a ação, datas, série documental ou classe e documento de origem, com identificação de código, data e procedência.
·         - Restrição de acesso – possibilita restringir o acesso de processos confidenciais.
·         - Emissão de identificação - gera etiquetas com dados de identificação para a capa do  processo;
·         - Classificação e temporalidade: destinado ao registro da classe ou série a que pertence o processo ou expediente em autuação e a temporalidade associada às mesmas.
·         - Regularização: destinada ao controle das alterações de registro dos processos e expedientes, alterando suas características físicas ou suas características de identificação, como juntadas, volumes etc.
·         - Trâmite: permite o registro das entradas e saídas dos processos nos órgãos, pelos protocolos e arquivos e controle geral das movimentações dos processos e expedientes entre os diversos órgãos, para decisões, juntada de novos documentos etc., e também as justificativas de localização.
·         - Arquivamento: permite registrar a entrada de documentos e a notação de localização dos processos:
·         Ativos em arquivos correntes das unidades e órgãos;
·         Semi-ativos em arquivos intermediários, identificados pelo encerramento das ações e registrado em ato formal nos processos;
·         - Arquivo permanente, quando determinado pelas avaliações monitoradas pelo Arquivo Central e Arquivos Setoriais. Em qualquer dessas fases é permitido aos Arquivos Centrais e Setoriais as previsões de transferência de processos;
·         - Avaliação – Destinação Final: operação que permite identificar os processos com prazos de validade vencidos para serem mantidos em arquivo intermediário, a partir das datas de encerramento, para eliminação e recolhimento ao arquivo permanente:
·         - Eliminação/Descarte - permite o registro das eliminações e emissão de relatório para anexação ao termo de descarte, pelo Arquivo Central.
·         - Recolhimento – indica que os processos estão disponíveis no arquivo permanente, e permite a inclusão de novas notações.
·         - Controle de Empréstimo - permite a emissão aos usuários, de avisos de cobranças, de processos que não retornaram ao arquivo em tempo determinado;
·         - Atendimento – permite que requisições de processos sejam feitas e atendidas, entre os arquivos, a partir de sua identificação, localização.
·         - Comunicação – permite que informações de interesse da gestão sejam transmitidas em rede aos operadores dos protocolos e dos arquivos setoriais, como extravios e urgências de atendimento.
·         - Monitoria do Sistema - voltada para o controle geral das operações do Sistema, por parte do órgão coordenador; tais como credenciamento de usuários, iniciação anual de numeração, auditoria dos registros pelos protocolos e arquivos, regularizações, emissão de relatórios gerenciais e estatísticos e monitoramento da performance do ambiente computacional.
·         - Relatórios - permite a emissão de relatórios gerenciais para os protocolos e os arquivos, dos dados registrados em banco de dados, por temas e datas

2.8 NÃO-FUNCIONAIS E INTERFACE
·         - Possibilitar restringir o acesso de processos confidenciais.
·         - O acesso a Notas Fiscais e outros documentos sigilosos tem que ser restrito ao setor responsável e ao chefe de cada setor.
·         - Somente os setores que solicitaram e o que irão receber o documento é que deverão visualizá-los.
·         - Documentos não podem ser deletados do banco de dados. Porém, podem ser cancelados.
·         - A tela será diferenciada a depender do tipo de documento.
·         - Terá uma interface gráfica agradável, de fácil acesso e visualização.
·         - Terá uma chamada inicial de login para entrar no sistema.
·         - Para cada tipo de documento, um botão (ícone) na pagina principal.


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