UNIVERSIDADE
TIRADENTES - UNIT
CURSO
DEINFORMÁTICA-LICENCIATURA
FLAVIO FRANCISCO VEIRA GOMES
RELATÓRIO TÉCNICO
Aracaju-SE
2012.1
FLAVIO
FRANCISCO VEIRA GOMES
RELATÓRIO
TÉCNICO
ANÁLISE DE REQUISITOS – GESTÃO DE DOCUMENTOS.
ANÁLISE DE REQUISITOS – GESTÃO DE DOCUMENTOS.
Aracaju- SE
2012.1
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04
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1.1 PROPÓSITODO DOCUMENTO DE
REQUISITOS
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1.2 ESCOPODO PRODUTO
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2 DESCRIÇÃO
GERAL
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2.1 PERSPECTIVADO PRODUTO
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2.1.1 INTERFACE DO USUÁRIO
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2.2 FUNÇÕES DO PRODUTO
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2.3 CARACTERÍSTICAS DO USUÁRIO.
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2.4 RESTRIÇÕES GERAIS
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2.5 SUPOSIÇÕES E DEPENDÊNCIAS.
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2.6 REQUISITOS ESPECÍFICOS
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2.7 COBREM REQUISITOS
FUNCIONAIS
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2.8 NÃO FUNCIONAIS E INTERFACE
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O software é parte de um sistema
computacional mais abrangente e a Análise de Sistemas é a atividade de
identificar os problemas do domínio, apresentar alternativas de soluções e o
estudo da viabilidade de cada uma delas. Uma vez que se tenha feito a análise
do sistema computacional, e delimitado o escopo do software, os requisitos do
software devem ser analisados e especificados.
A análise e especificação de
requisitos de software envolvem as atividades de determinar os objetivos de um
software e as restrições associadas a ele. Ela deve também estabelecer o
relacionamento entre estes objetivos e restrições e a especificação precisa do
software.
O objetivo da definição dos
requisitos é especificar o que o sistema deverá fazer e determinar os critérios
de validação que serão utilizados para que se possa avaliar se o sistema cumpre
o que foi definido.
Um entendimento completo dos
requisitos de software é essencial para um o sucesso do desenvolvimento do
software. Não importa se foi bem projetado ou o quanto bem codificado seja uma
vez encontrado problemas de requisitos frustrara o cliente e/ou usuário.
Análise de requisitos é um processo de descoberta, análise e especificação de
requisitos, pode parecer uma tarefa relativamente simples, mas as aparências
enganam.
O cliente (usuário) tenta
reformular um conceito de funções e desempenho de software, às vezes nebuloso,
sem detalhes concretos. O analista age como indagador, consultor e solucionador
de problemas.
Entretanto, a análise e a
especificação de requisitos podem parecer uma tarefa relativamente simples, mas
as aparências enganam. O grau de comunicação é elevado. Daí, surgem as
oportunidades de interpretação errôneas e informações falsas.
O dilema com o qual se depara um
analista pode ser bem entendido, repetindo-se a declaração de um cliente
anônimo:
“Sei que você acredita que
entendeu o que acha que eu disse, mais não estou certo que percebeu que aquilo
que ouviu não é o que eu pretendia dizer...” (Análise de Requisitos de Software
Versão 28 Rildo F Santos).
Da perspectiva da engenharia de
software, a elicitaçãode requisitos é talvez a parte mais critica que do
processo de desenvolvimento de software.
Estudos indicam que os
requisitos, só são detectados depois do software implementado ou erros na
analise de requisitos, são até 20 vezes mais caros de se corrigir que qualquer
outro tipo de erro.
A elicitação de requisitos: é uma
fase muito importante em qualquer projeto de desenvolvimento de software, pois
se elaborada de maneira incorreta, todo o projeto estará comprometido.
1.1 PROPÓSITOS DO DOCUMENTO DE
REQUISITOS
O processo de descobrir,
analisar, documentar e verificar / validar requisitos é chamado de processo de
engenharia de requisitos. Os processos de engenharia de requisitos variam muito
de uma organização para outra, mas, de maneira geral, a maioria dos processos
de Engenharia de Requisitos é composta das seguintes atividades
• Elicitação/ Descoberta /
Levantamento de Requisitos: Nesta fase, os usuários, clientes e especialistas
de domínio são identificados e trabalham junto com os engenheiros de requisitos
para descobrir, articular e entender a organização como um todo, o domínio da
aplicação, os processos de negócio específicos, as necessidades que o software
deve atender e os problemas e deficiências dos sistemas atuais. Os diferentes
pontos de vista dos participantes do processo, bem como as oportunidades e
restrições existentes, os problemas a serem resolvidos, o desempenho requerido
e as restrições também devem ser levantados.
• Análise de Requisitos: visa a
estabelecer um conjunto acordado de requisitos
Consistentes e sem ambiguidades,
que possa ser usado como base para o desenvolvimento do software. Para tal,
diversos tipos de modelos são construídos. Geralmente, a análise de requisitos
inclui também a negociação para resolver conflitos detectados.
• Documentação de Requisitos: é a
atividade de representar os resultados da Engenharia de Requisitos em um
documento, contendo os requisitos do software.
• Verificação e Validação de
Requisitos: A verificação de requisitos avalia se odocumento de Especificação
de Requisitos está sendo construído de forma correta, de acordo com padrões
previamente definidos, sem conter requisitos ambíguos, incompletos ou, ainda,
requisitos incoerentes ou impossíveis de serem testados. Já a validação diz
respeito a avaliar se esse documento está correto, ou seja, se os requisitos e
modelos documentados atendem às reais necessidades e requisitos dos usuários /
cliente.
• Gerência de Requisitos: se
preocupa em gerenciar as mudanças nos requisitos já acordados, manter uma
trilha dessas mudanças, gerenciar os relacionamentos entre os requisitos e as
dependências entre o documento de requisitos e os demais artefatos produzidos
no processo de software, de forma a garantir que mudanças nos requisitos sejam
feitas de maneira controlada e documentada. É possível notar que, das cinco
atividades do processo de Engenharia de Requisitos anteriormente listadas, as
três últimas são, na realidade, instanciações para a Engenharia de Requisitos
de atividades genéricas já discutidas a saber:
documentação, garantia da qualidade e gerência de configuração. Assim sendo,
neste capítulo, somente as duas primeiras atividades são discutidas.
1.2 ESCOPO DO PRODUTO
O escopo do software,
inicialmente estabelecido pelo Analista de Sistemas e refinado durante o
planejamento do projeto de software, é aperfeiçoado em detalhes.
Modelos, diagramas, fluxo são
criados para melhor compreensão do problema. O analista e o usuário desempenham
um papel ativo na análise e especificação de requisitos.
·
O projeto
usara as definições de PF para identificar as fronteiras.
·
Criara
uma pagina principal para o acesso livre do usuário.
·
Terá uma
interface gráfica agradável, de fácil acesso e visualização.
·
Para cada
tipo de documento, um botão (ícone) na pagina principal.
·
Terá uma
chamada inicial de login para entrar no sistema.
·
Fará o
reconhecimento da Idade documental:
·
Terá uma
entrada de busca na pagina inicial,
o
por nome
do documento,
o
número do
documento,
o
Tela de
usuário
§
Interface
de criação, consulta e alteração de documentos.
o
Tela de documento
§
Interface
única para cada tipo de documento.
o
Tela de
criação
§
Interface
com opções para criação de documentos
o
Tela de
consulta
§
Interface
para realizar pesquisa entre os documentos já criados
o
Tela de
alteração
§
Interface
para fazer alterações em documentos já criados
o
Tela de
Nota fiscal
§
Interface
para criação e de Nota fiscal
o
Relatório
de modificações
§
Lista com
as modificações realizadas nos documentos.
o
Pedido a
imprimir
§
Relatório
impresso correspondente a um pedido de compra.
§
Idade
corrente.
§
Idade
intermediaria.
§
Idade
permanente.
o
Terá uma
entrada de data.
o
Salvara o
documento dentro da pasta referente à sua idade.
o
Terá uma
mensagem avisando quando a idade do documento estiver terminada.
o
Serásolicitado
por meio de botãoa transição do documento para a idade.
·
Fará a
indexação dos documentos:
o
Grupo
§
Criar uma
listagem de documentos por tipologia.
§
Categoria.
§
Peso.
§
Medida.
§
Volume.
o
Estante.
o
Armário
arquivo.
§
Numero da
gaveta.
o
Rua
(espaço entre uma estante e outra).
o
Corpo
(parte da estante chamada prateleira).
o
Terá uma
entrada solicitando a quantidade de corpos.
o
Posição
na caixa.
§
Terá
doeis botão indicando.
§
De papel.
§
De
plástico.
·
Digitalização
dos documentos:
o
Entrada
para escaneamento.
o
Digitalização
de textos.
o
Fotos.
o
Vídeos.
·
Histórico
de arquivo
o
Será
gerado um histórico
§
Quantidade
de arquivos
§
Local
onde esta o documento
§
A pasta
§
A estante
§
A rua
§
O corpo
§
O armário
de arquivo
§
A posição
em que se encontra
§
O grupo
§
O nome de
quem produzido
§
O nome de
quem retirou
§
O nome de
quem deu entrada do documento
§
Quando
foi feira revisão
§
O tipo de
revisão
§
A data e
a hora
o
Fim
·
Fim
Fim
2 DESCRIÇÃO GERAL
2.1 PERSPECTIVAS DO PRODUTO
O sistema tem como objetivo
realizar o controle de todos os documentos que circulam na empresa, apresentado
telas diferenciadas para cada tipo de documento. O sistema também fará o
cadastro de usuários e haverá níveis de acesso para controle e acesso aos documentos.
A depender do nível de privilégio do usuário, será apresentado opções de
controle sobre os documentos como: Criar, alterar e restringir o acesso. Toda
alteração criará uma segunda versão do documento, deixando sempre a versão
original armazenada, assim como os documentos nunca poderão ser excluído, mas
sendo possível ficar oculto para os usuários. Os arquivos serão organizados por
setor, cada setor deverá possuir um algarismo numérico que o identifique e esse
número será os dois primeiros algarismos de uma sequência de números gerados
ordenadamente e finalizados com o ano corrente.
Esse sistema se encontra em sua
primeira versão, podendo ocorrer atualizações e lançamento de novas versões com
objetivo de realizar melhorias para o usuário e correções de possíveis
problemas que venham surgir. Esse sistema também é independente de quaisquer
outro para funcionar em perfeito estado, podendo ser
usando em qualquer sistema
operacional escolhido.
2.1.1 - INTERFACES DE
USUÁRIO:
|
Número
|
Nome
|
Descrição
|
|
1
|
Tela de usuário
|
Interface de criação, consulta
e alteração de documentos.
|
|
2
|
Tela de documento
|
Interface única para cada tipo
de documento.
|
|
3
|
Tela de criação
|
Interface com opções para
criação de documentos.
|
|
4
|
Tela de consulta
|
Interface para realizar pesquisa entre os
documentos já criados.
|
|
5
|
Tela de alteração
|
Interface para fazer alterações
em documentos já criados.
|
|
6
|
Tela de Nota fiscal
|
Interface para criação e de
Nota fiscal.
|
|
7
|
Relatório de modificações
|
Lista com as modificações
realizadas nos documentos.
|
|
8
|
Pedido a imprimir
|
Relatório impresso
correspondente a um pedido de compra.
|
2.2 FUNÇÕES DO PRODUTO
·
Gerar
relatórios.
·
Criar
documento de tipos e formas variadas
·
Manter
a idade dos documentos atualizada, fazendo a migração quando se fizer
necessário
·
Informar
violação de segurança.
·
Manter
comunicação entre setores que fazem uso dos documentos
·
Descobrir,
·
Analisar,
·
Documentar
·
Verificar
·
Validar requisitos
·
Chamado
de processo das atividades
2.3 CARACTERÍSTICAS DO USUÁRIO
·
Os
usuários da empresa deverão estar vinculados a um setor na empresa. As
Entidades externas apresentarão: Data e Hora de emissão, Nome do Solicitante;
·
O usuário
poderá solicitar um ou mais Documentos através de uma Solicitação de Empréstimo
de Documentos. A Solicitação de Empréstimo de Documentos apresentará: Data e
Hora de emissão, Nome do Solicitante, e o Setor;
·
Os
usuários poderão visualizar e acompanhar Solicitações de Empréstimo de
Documentos Pendentes e Atendidas;
·
Os
usuários serão informados sobre aviso de cobranças, e processos que não
retornaram ao arquivo em tempo determinado;
·
O usuário
não poderá excluir documentos, somente será permitido realizar alterações. As
demais versões dos documentos poderão ser visualizadas pelos usuários;
·
Os
Usuários poderão fazer pesquisas decorrentes aos documentos solicitados;
·
Cada
nível de usuário apresentará restrição de acesso referente aos processos
confidenciais;
2.4 RESTRIÇÕES GERAIS
·
- A
numeração atribuída aos processos e “expedientes” é única para todo documento.
·
- O
usuário tem que ser cadastrado para ter acesso.
·
- Nota
fiscal é um documento a parte que contém suas próprias regras.
·
- Atenção
às leis de documentos.
·
- O
processo deverá apresentar o nome do funcionário e do setor.
·
- O
sistema terá que ser capaz de arquivar e tirar cópia do documento, tipo uma
segunda via do processo.
2.5 SUPOSIÇÕES E DEPENDÊNCIAS
·
A
depender dos componentes produzidos pela equipe do sistema poderá acontecer um
aumento no custo desta solução a ser desenvolvida e implementada. Neste caso,
necessita-se da utilização, sempre que possível, de softwares básicos como Java
e alguns Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados.
·
O sistema
oferece acesso apenas às pessoas com autorização aos serviços descritos neste
documento. A execução de uma função depende da autenticação e autorização de quem
a requisita.
2.6 REQUISITOS ESPECÍFICOS
·
Fara a
gestão de documentos, tramitação entra setores, o arquivamento.
2.7 REQUISITOS FUNCIONAIS
·
Fazer
numeração sequenciada de documentos observando o tipo (para cada tipo uma
numeração)
·
Fara o
cadastro de documento, tramitação entre setores.
·
Fara
registro de entrada e saída com data e hora de movimentação
·
Emitira
relatórios periódicos e gerais
·
requisitos funcionais
·
- Numeração única: a
numeração atribuída aos processos e “expedientes” é única para toda a
Universidade. O código identificador é formado pelos seguintes elementos:
números iniciais, que identificam a unidade órgão de procedência (tabela
estrutural corporativa), a forma da unidade arquivística: Para processo, e para
expediente. E número sequencial de registro e ano (O1-P0000/2004).
·
- Abertura: destinada
ao registro de autuações de processos e de expedientes protocolados, consultas
de dados de identificação e das relações de parentesco entre esses documentos.
Este registro conta com dados de identificação da procedência (nome unidade,
órgão, área e código numérico) do interessado (aluno, docente, entidades
internas e externas), resumo do assunto a que se refere a ação, datas, série
documental ou classe e documento de origem, com identificação de código, data e
procedência.
·
- Restrição de acesso – possibilita restringir o acesso de
processos confidenciais.
·
- Emissão de identificação - gera etiquetas com dados de
identificação para a capa do processo;
·
- Classificação e temporalidade: destinado
ao registro da classe ou série a que pertence o processo ou expediente em
autuação e a temporalidade associada às mesmas.
·
- Regularização: destinada
ao controle das alterações de registro dos processos e expedientes, alterando
suas características físicas ou suas características de identificação, como
juntadas, volumes etc.
·
- Trâmite: permite
o registro das entradas e saídas dos processos nos órgãos, pelos protocolos e
arquivos e controle geral das movimentações dos processos e expedientes entre
os diversos órgãos, para decisões, juntada de novos documentos etc., e também
as justificativas de localização.
·
- Arquivamento: permite
registrar a entrada de documentos e a notação de localização dos processos:
·
Ativos em arquivos correntes das unidades e órgãos;
·
Semi-ativos em arquivos intermediários, identificados pelo
encerramento das ações e registrado em ato formal nos processos;
·
- Arquivo permanente, quando determinado pelas avaliações monitoradas
pelo Arquivo Central e Arquivos Setoriais. Em qualquer dessas fases é permitido
aos Arquivos Centrais e Setoriais as previsões de transferência de processos;
·
- Avaliação –
Destinação Final: operação que permite identificar os processos com prazos de
validade vencidos para serem mantidos em arquivo intermediário, a partir das
datas de encerramento, para eliminação e recolhimento ao arquivo permanente:
·
- Eliminação/Descarte - permite o registro das eliminações
e emissão de relatório para anexação ao termo de descarte, pelo Arquivo
Central.
·
- Recolhimento – indica que os processos estão disponíveis
no arquivo permanente, e permite a inclusão de novas notações.
·
- Controle de Empréstimo -
permite a emissão aos usuários, de avisos de cobranças, de processos que não
retornaram ao arquivo em tempo determinado;
·
- Atendimento –
permite que requisições de processos sejam feitas e atendidas, entre os
arquivos, a partir de sua identificação, localização.
·
- Comunicação –
permite que informações de interesse da gestão sejam transmitidas em rede aos
operadores dos protocolos e dos arquivos setoriais, como extravios e urgências
de atendimento.
·
- Monitoria do Sistema -
voltada para o controle geral das operações do Sistema, por parte do órgão
coordenador; tais como credenciamento de usuários, iniciação anual de
numeração, auditoria dos registros pelos protocolos e arquivos, regularizações,
emissão de relatórios gerenciais e estatísticos e monitoramento da performance
do ambiente computacional.
·
- Relatórios -
permite a emissão de relatórios gerenciais para os protocolos e os arquivos,
dos dados registrados em banco de dados, por temas e datas
2.8 NÃO-FUNCIONAIS E INTERFACE
·
-
Possibilitar restringir o acesso de processos confidenciais.
·
- O
acesso a Notas Fiscais e outros documentos sigilosos tem que ser restrito ao
setor responsável e ao chefe de cada setor.
·
- Somente
os setores que solicitaram e o que irão receber o documento é que deverão
visualizá-los.
·
-
Documentos não podem ser deletados do banco de dados. Porém, podem ser
cancelados.
·
- A tela
será diferenciada a depender do tipo de documento.
·
- Terá
uma interface gráfica agradável, de fácil acesso e visualização.
·
- Terá
uma chamada inicial de login para entrar no sistema.
·
- Para
cada tipo de documento, um botão (ícone) na pagina principal.
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