Insônia
É meio da noite
E só ouço o cantar dos grilos
Ou o coaxar dos sapos
É fácil sentir uma brisa suave
Revestindo o meu corpo
Com uma temperatura agradável
Olho para um lado
Num repente para o outro
E ninguém se pode ver
A rua esta deserta
Somente o silêncio à trafega
Causando um barulho ensurdecedor
Todos e os que conheço
E os que não conheço
Estão ausentes dos próprios corpos
Estão tranqüilamente
Deitados em suas camas
A esperar que o dia apareça
Já passa das três de um novo dia
E olhando para o manto celeste
Percebo uma estrela cadente rasgar o céu
É nesta hora que acredito
Que o futuro por mais obscura que seja
Ainda não esta escrito
E então o sol desponta no horizonte
E o clarão do dia
Já é uma realidade
É como um ciclo
E outra noite a de chegar
Para que novamente
Outro dia possa raiar
Por: Flavio mackenzie
23/03/2005
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