É preciso saber
É preciso saber
Que a mote nos leva
Por buracos
profundos
Que não queremos caminhar
Encinando-nos a dar
um retrocesso
No limite onde a
perna
Limitada pode
alcançar
E para frente
Como se as cabreiras
Fossem simples Quimeras
Sem temer ou dar
satisfação
A quem quer que seja
Ou ate mesmo ao teu
irmão
Não importando os
golpes
Que a vida lhe deu
Nem uma lagrima
verteu
O poeta solitário
10 de agosto de 2003
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