DEDICATORIA
Jamais diga para um alguém que os sonhos são irreais
O tormento de acreditar nisso pode vir a ser fatal
Seus sorrisos e lamentos
Em louquessidos pela vontade de se dar
Nada mais é que o desejo de fazer amor
Imita a vontade dos corpos dentro um do outro
Navegando como num mar bravio
A ilusão de não ter esse amor
Vai fazer com que os corpos
Invadam a fome e o colapso
Eloquente da penetração
Irraizada no amago
Rastejante sucumbindo na agua quente
A molhar os corpos ardentes
De vontades e desejos
E por que não dizer tezão
À medida que vão passando
Na pele o frenesi
Da devassidão que faz os corpos se encherem
Rasgarem as roupas
Arderem de paixão
Desnudos e entrelaçados
Evidenciando uma loura chamada amor
Flaviomackenzie
09 de outubro de 2011
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