Há quem duvide
Há
quem duvide
Que
o poder corroi
E
que o homem honesto
O
poder destrói
Que
o mal não existe
Que
o bem é onipotente
E
que felizmente ou infelizmente
Só
ele existe
Que
o homem é cruel
Destrutivo,
infame
Desprezível,
infiel
Tornando-se
sem duvida réu
Que
o bem e o mau
Andam
lado a lado
Num
equilíbrio astral
Que
o amor e o ódio
Vivem
juntos no coração
De
todo animal
O poeta
solitário
12/03/2003
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