Deixe-me
Deixe-me
Invadir o seu corpo quente
Devanear na sua mente
Saboreando o seu calor
Sentir correr
Por entre as veias
I liquido quente
Que sai das suas entranhas
Arder na luz r adiante
Que emanam os seus olhos
De um brilho ofuscante
Já que estou retido
No abraço triunfante
Estatuado na clausura
Do seu lindo corpo amante
E me deixe viver nesta lenda
Aprisionado na contenda
Como criança que chora sua prenda
O poeta solitario
13/03/003
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