Canto à forró do milho
Faço da pena instrumento
Para falar de coração
E contar a historia da quadrilha
Que tem lá no meu torrão
O orgulho que sinto é forte
Como força do mar do norte
Cortando o rochedo na praia
Batendo ao lado do forte
Rosário do catete hoje vive
Momento de prazer e glória
Buscando no passado
O legado da sua história
Revivendo os momentos felizes
Que o tempo não apagou
Com nossa senhora do lado
E na frente o criador
O senhor que nos deu a vida
O livre arbítrio na decisão
Para transformar um vilarejo
Na cidade do coração
Deus senhor todo poderoso
Não me deixe errar o passo
Para mostrar a tradição
Que hoje existe em meu
cangaço
O amor que sinto é tão imenso
Que toma todo pensamento
Enchendo a minhalma de
alegria
Orgulho e contentamento
Porem afirmo com exatidão
Para mostrar o que esta
escrito
Nas paginas do meu coração
Mas minha pena não se cansa
Nem mesmo por um momento
Mesmo que falte tinta
Na tinteira do firmamento
Imagino como seria
Se a forro do milho não
existisse
Se a tradição desta cidade
O cruel tempo extinguisse
Literalmente eu morreria
Com o coração apertado
Pediria a deus que levasse
Para perto dele este humilde
criado
Hachurrada ficaria a historia
De um povo que tem em sua
memória
O habito de conquistar
Proezas, riquezas e gloria
Orgulhoso hoje vivo
Deste povo que trás consigo
A quadrilha forró do milho
Incrustado no seu coração
O poeta solitario
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