A mão do homem
Não existe no mundo
Tempestade que não passe
Tristeza que não se acabe
Quando a luz o firmamento tocar
Vento ruim que não cesse
Mar revolto que não se acalme
Terremoto que não pare
Frio que não esquente
Calor que não esfrie
Rio que não pare
Fogo que não se apague
Sono que não desperte
Morto que não ressuscite
Doente que não cure
Quando a mão o homem erguer
O poeta solitario
27/03/003
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