Apelo de proteção
Flavio Mackenzie: o poeta solitário
25 de novembro de 2011
Da tua historia, nada sei!
Quem foi de onde veio,
Quero saber
Por que é isso que reflete
A falta que sinto de você
Trago na memoria, quando
Era tão lindo e maravilho.
Tão límpido e perfumoso,
E tão sadio.
A vida fluía de você.
Das tuas aguas tão frias,
Tão saldáveis que se podia,
Para matar a sede beber.
Pela manhã, ao meio dia,
Ou ate mesmo ao entardecer.
Não importa o que dizem!
Não importa o que vão fazer!
Quero apenas que tirem,
Todo mal que há em você.
“No lixo em que você foi jogado,
O esgota sem tratamento,
Que te fazem beber.
Matando assim aos poucos,
Toda a vida que vem do seu viver”.
Falam de preservar,
Falam de te rejuvelhecer,
Esquecendo que para isso,
Uma coisa tem que fazer.
Desapropriar as terras,
Que margem o seu ser.
Não importa o que digam!
Não importa o que vão fazer!
É só fazendo isso,
Que estão pensando
No seu bem querer
Rio Siriri quanta saudades
De mais uma vez
Brincar com você.
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