Não há nada mais constante
Que o rio circundante
Em baixo do seu POTENCIAL.
Um POTENCIAL que é marcante.
Foi um POTENCIAL que me levou
A olhar o seu fraquejar,
A sonhar com o POTENCIAL
Que na sua face foi morar.
Um POTENCIAL.
É por um POTENCIAL que vivo um dilema,
Não sei se corro com a pena,
Ou fico parado no POTENCIAL a esperar.
É...
é só um POTENCIAL,
É por este POTENCIAL que me embrenho
Na contenda já que não tenho,
Um POTENCIAL do seu olhar.
É só um POTENCIAL
Do lado esquerdo a se esquivar.
O poeta solitário
Flavio Mackenzie
18 de novembro de 2010
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