Flávio Mackenzie 16 de junho de 2008
Conhecido por pai do povo
Do tipo que nunca existiu
Do jeito que nunca se vil
Ordenou retirada constante
Marquinho quando prefeito
Sem se dar conta do clamor
Das famílias que ali vivia
Buscou dinheiro aonde tinha
Que teve a infeliz vontade
De pegar fruto no seu roçado
Perdeu Camarans e Alberto
Venceu Wladimir a questão
Do genro do saudoso Tonhão
Com a prefeitura em suas mãos
Perdeu Alberto a prefeitura
No voto Wladmir se elegeu
Com Wladmir como prefeito
Ninguém conseguia entender
Ele quase morre do coração
Digenal Cabrites o seu nome
Tapeando todos com feirinha
Seu reinado não foi direito
Fome e salários atrasados
Muito dinheiro escorrendo
A prefeitura da foi mudado
Seu dinheiro ganhou valor
Pode comprar o que quiseria
O outro Tonhão o primeiro
Faleceu no ano da enchente
Que de desabrigar foi capaz
Outra vez o genro de Tonhão
Alem das cercas do Estado
Manuel Tonhão Cardozo Junior
Por causa de alguns reais
Só sei que um João conhecido
Na hora passou maus bocados
Defecou e urinou o danado
Mas Alberto Junior escapou
Eu cá não acho isso ajustado
Todos deviam estar presos
Alguém que gosta da verdade
Lembro de todo. Isso é fato